No local onde encontra-se esse exemplo de riqueza cultural da cidade de Lorena existia um casarão, que por volta de 1850 pertencia ao então comendador, que depois se tornou Barão de Castro Lima, irmão do Conde de Moreira Lima.

Ele foi vendido e demolido, sendo assim, o terreno passou por diversos donos, até que em 1919 chega às mãos de Machado Coelho, que decidiu construir o Palacete.

Tal como na Catedral, há registros que afirmam que a planta da obra do palacete pertence ao Arquiteto Ramos de Azevedo, no entanto essa informação não é comprovada na relação de obras do engenheiro, ou seja, não pode-se afirmar que a obra do palacete foi realmente obra do mesmo arquiteto que projetou o teatro de São Paulo.

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Então, é elevado o Palacete Veneziano, exemplo de luxo na cidade, possui algumas características dos estilos, neoclássico e barroco.

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Em 1952, o palacete é vendido para a Faculdade Salesiana de Filosofia e letras, atual UNISAL, e até os dias de hoje abriga o IEV (Instituto de Estudos Vale paraibanos) e a diretoria da Universidade, sendo um dos principais pavilhões da instituição.

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