Construído em 1831 pelo comerciante Joaquim José de Moreira Lima, pai do Conde de Moreira Lima, o maior benfeitor do município, é considerado um exemplo de luxo e riqueza na cidade de Lorena.

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O Solar era conhecido na época por suas festividades, bailes e todos os requintes do período em que formava-se a estrutura da cidade. Recebeu visitas ilustres, como Dom Pedro II, sua filha Princesa Isabel e o genro Conde D’Eu. No diário da Princesa Isabel, há um registro em que ela afirma que o casarão é de beleza primorosa e de estilo exuberante na época.
Ao falecer, o Conde de Moreira Lima não possuía filhos, portanto deixou seus bens, inclusive a casa onde viveu aos cuidados da Santa Casa de Misericórdia.

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O prédio já foi um orfanato de meninas, um colégio, e hoje abriga a Casa da Cultura. O solar é tombado pelo CONDEPHAAT (Órgão Estadual de Tombamentos) devido a sua história e tradição, sinônimo da cultura local do período de desenvolvimento de Lorena.